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O menino Flávio é o filhinho do papai Jair.
Jair é aquele cara que fez carreira no Exército e tocou o terror no quartel. Fez bullying com os amiguinhos, desobedeceu às ordens dos chefes militares e foi expulso, sem honra. Desempregado, viu na política a salvação. Tocou o terror no Congresso Nacional, fez bullying com os amiguinhos deputados, idolatrou torturador na Câmara, humilhou mulheres, LGBTQ+++ e negros. Mesmo assim, virou presidente do Brasil (!).
Mas o Brasil não gostou do Jair presidente e em 2022 rejeitou sua reeleição. O rejeitado viajou então aos EUA, para não ter de passar a faixa ao presidente eleito, Lula. Amiguinhos próximos disseram que Jair deprimiu, magoou. Parecia tristinho e solitário, só que, nos bastidores da sua decadência, orquestrava um Golpe de Estado para tirar Lula do poder e até assassiná-lo.
Em 8 de janeiro de 2023, o fiel exército de estúpidos liderado por Jair invadiu as sedes dos Três Poderes em Brasília e depredou todo o patrimônio público, para instalar uma ditadura no país. Mas as instituições democráticas encaixaram bem o Golpe, reagiram, se uniram, e essa gentalha, inclusive Jair, está toda presa pelo crime. Por isso, aliás, o menino Flávio tem tanta raiva do STF, do Congresso, das instituições democráticas: é porque funcionam!
O menino Flávio agora quer ser, ele próprio, presidente, igual ao papai. Herdou todos esses “valores” paternos, especialmente a ideia de que ditadura é uma coisa muito boa para ele e sua família. Recentemente disse que vai “mudar a Constituição”, ou seja, vai reunir os familiares, os amiguinhos, e determinar as novas leis do país segundo ele mesmo.
O menino Flávio já avisou que papai Jair vai passar a faixa para ele na posse, caso seja eleito. Ou seja, se o filhinho ganhar a eleição, vai soltar papai Jair (condenado a 27 anos de prisão) já no primeiro dia, ignorando o Judiciário que o condenou. Vai também tirar da prisão seu exército de estúpidos que participou da tentativa de Golpe.
Jair, Flávio, Eduardo (outro filhinho sustentado pelo papai Jair nos EUA, onde trabalha por novo Golpe) e família despertam o que há de mais primitivo nos humanos. Atiçam um comportamento animalesco, como se fôssemos todos macacos na selva, com um macho alfa liderando o bando dos mais fortes e exterminando os mais “fracos”. Eles falam muito da importância da “família brasileira”, mas só a sua própria família, disfuncional e bizarra, parece importar e enriquecer. E para o povo, o que fizeram até agora? Nada. Tudo que a população brasileira tem conseguido nos últimos 23 anos, em termos de direitos e políticas sociais, foi feito por Lula. Tudo. Por Lula.
Votar no menino Flávio ou anular o voto é entregar o Brasil a essa máfia. É como entregar nossa própria família ao tráfico de drogas, à milícia, a um poder paralelo. Porque máfia é assim: diz que “bandido bom é bandido morto”, mas isso só serve para os bandidos pobres. A máfia rica e poderosa, a sua família e amiguinhos escapam de tudo, fazem as próprias leis e até a própria Constituição (!). São foras-da-lei, obcecados por armas e milícias.
Só Lula pode salvar o Brasil dessa macacada selvagem, agora liderada por Flávio, um menino estúpido que se acha valentão, mas é apenas um menino estúpido. E a estupidez pode ser muito perigosa, pois é o encontro explosivo entre a ignorância e a violência em seu estado mais bruto. Flávio, o menino criado pelo pai violento, sabe manipular o ódio nosso de cada dia, despertar o pior em nós.
O mundo que essa família cultua é de uma feiura sem fim: um mundo autoritário, hostil, sem arte, sem literatura, sem mulheres (só as submissas são aceitas), sem negros, sem LGBTQ+++, sem diversidade. Flávio, o adulto, promete “mudança”, porém, sabemos todos, é uma mudança que induz o país a um suicídio coletivo e desfaz séculos de avanços civilizatórios.
Lula é a garantia da civilização; da civilização em toda sua beleza, pluralidade e humanidade.
Só Lula pode salvar o Brasil. Quer dizer, só nós podemos salvar o Brasil, com aquilo que mais irrita e desestabiliza os ditadores: o voto democrático.
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