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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Tudo sobre a Palantir (é pior do que você pensa) - Cian Barbosa - Programa 20 Minutos E GGN TECNONAZISMO ERGON CUGLER

 



                                                     CIAN BABOSA

 Breno Altman Entrevista CIAN BABOSA e a maligna PALANTIR -empresa diabólica 
 
PIX paulovas@gmail.com                                                                                                                    ajude-nos  com  qualquer valor

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O TECNOFEUDALISMO E AS BIG TECHS 
 A TENTATIVA DE ABOLIÇÃO DO ESTADO 
 O HUMANO E A ERA PÓS-HUMANA NO ALGORITIMO
O TECONONAZISMO
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CIAN BABOSA
*Visão geral criada por IA
Cian Barbosa é um sociólogo, pesquisador e professor brasileiro conhecido por suas análises sobre a digitalização da vida, tecnologia, filosofia e política. Ele atua como colunista em veículos como o Opera Mundi e integra projetos de formação crítica e cultural. [1, 2, 3]
Formação e Pesquisa
  • Formação acadêmica: Graduação em Sociologia pela UFF, mestrado em Psicologia pela UFF, e doutorados em Filosofia pela UNIFESP e em Psicologia pela UFRJ. [1, 2]
  • Temas de estudo: Relação entre tecnologia, algoritmos, crítica da cultura, ideologia das grandes empresas de tecnologia (big techs) e psicanálise. [1, 2, 3]
Atuação Profissional
  • Colunista e ensaísta: Escreve artigos e participa de programas de debate em portais de notícias e análises geopolíticas.
  • Docência: Atua como professor e coordenador em iniciativas de ensino e extensão, como cursos voltados para a interface entre tecnologia, filosofia e psicanálise no Centro de Formaçã
*A Palantir Technologies é uma empresa americana de software de inteligência artificial e análise de grandes volumes de dados, fundada em 2003 por Peter Thiel e Alex Karp, com forte atuação nos setores militar, governamental e comercial corporativo. [1, 2]
Perfil e Atuação
  • Fundação e Sede: Criada em 2003, está sediada em Miami, Flórida, nos Estados Unidos.
  • Clientes Governamentais: Fornece plataformas de integração de dados para agências de defesa e inteligência como a CIA, o FBI e a NSA.
  • Clientes Comerciais: Atende grandes empresas globais de diversos setores, como Airbus, Panasonic, Merck e a equipe Ferrari de Fórmula 1. [1, 2]
Principais Plataformas
  • Palantir Gotham: Utilizada principalmente por órgãos de defesa e investigações para conectar dados dispersos e identificar padrões operacionais. [1]
  • Palantir Foundry: Direcionada a empresas comerciais para otimizar a gestão de dados em ambientes industriais e corporativos. [1, 2]
  • Plataforma de Inteligência Artificial (AIP): Focada em integrar decisões orientadas por IA em tempo real com governança e proteção de dados. [1]


segunda-feira, 27 de julho de 2026

MILEI UM SER DESPREZÍVEL...ARGENTINA PADECE

 

Este ser que de humano pouco tem,é de uma petulância,que envergonhaa AMERICA LATINA.

Como os aregentinos o elegeu?

Tal como nós com o sr,B?

TERRÍVEL!!!



quinta-feira, 23 de julho de 2026

Orides Fontela- uma poeta sendo explorada por uma FEIRA, cujo balaio exibe a hipocrisia e crueldade

 

...
Fala
...

Não há piedade nos signos e nem no amor: o ser é excessivamente lúcido e a palavra é densa e nos fere.

(toda palavra é crueldade.)



O Poeta exclama sobre outra poeta  Orides Fontela!

A idiosincrasia, a contradição,o perverso na homenagem.

Ademir Assunção merece nosso respeito diante desta homenagem cínica,em que o uso do nome da poeta é pro marketing,apenas:

VEjam no texto as palavras de Ademir,que aqui as trago


J’ACCUSE
(ALGUÉM TEM QUE FAZER ISSO)
Parte 1
Se você fizer a descomprometida perguntinha no Google, “como foram os últimos anos de Orides Fontela”, é isto o que a Inteligência Artificial da megacorporação vai responder:
“Os últimos anos de vida da poeta e filósofa Orides Fontela, na década de 1990, foram marcados por grave precariedade financeira, isolamento e deterioração da saúde. Apesar do grande reconhecimento acadêmico e de prêmios como o Jabuti, ela viveu em condições de extrema vulnerabilidade em São Paulo.
Os principais eventos do final de sua vida incluem:
• Situação Financeira Extrema: Sobrevivia com uma aposentadoria irrisória (cerca de R$ 423 na época) e dependia da ajuda de amigos para custear o básico.
• Despejo e Moradia: A autora de livros como Teia chegou a sofrer despejo do apartamento onde morava na região da Vila Buarque e precisou voltar a viver na Casa do Estudante, dividindo espaço com jovens.
• Exposição Midiática: Em 1996, uma rara aparição no programa Fantástico revelou ao público nacional a triste realidade de uma das maiores poetas do país vivendo na miséria."
*****
Parte 2
Mas agora ela é a homenageada da Flip. Alguns vão ganhar um bom dinheiro em cima da paupérrima defunta. Tudo, claro, em nome da “genial obra da poeta”, morta na miséria e no abandono. Aos escritores, escritoras e escritorxs que vão participar dos festejos literários em Paraty, badalando, fofocando e cavando um lugarzinho ao sol, eu faço três descompromissadas perguntinhas: não acham tudo isso uma tremenda sacanagem? Não sentem uma pontinha de vergonha? Não acham que o espírito de Orides – se houver algum tipo de energia que sobreviva à podridão do corpo – deve estar soltando fogo pelas ventas e tramando algum tipo de vingança, junto com a também sacaneada (bem mais recentemente) Márcia Denser?
Não, né?
Beleza, divirtam-se.
PS: Não adianta ficarem putos comigo. Fiquem putos com os que sacaneiam os vivos.
PS2: E não adianta fingir que não leu. Tô ligado. Bem ligado.
Ver menos

https://ermiracultura.com.br/2018/01/27/cinco-poemas-de-orides-fontela/

Orides de Lourdes Teixeira Fontela nasceu em 24 de abril de 1940 na cidade de São João da Boa Vista (SP) e faleceu em 2 de novembro de 1998 em Campos do Jordão (SP). Graduou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Exerceu o magistério na rede estadual de ensino e foi bibliotecária em várias escolas. Recebeu o Jabuti em 1983 e o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte em 1996. O Ministério da Cultura concedeu-lhe em 2007 a Ordem do Mérito Cultural, categoria Grã-Cruz. Apesar das crises depressivas e da penúria financeira, teve êxito ao produzir uma poesia original e que “flui bela como uma água densa”. Sua obra poética compreende os seguintes livros: Transposição (1969), Helianto (1973), Alba (1983), Rosácea (1986), Trevo (1988), Teia (1996), Poesia Reunida (2006) e Poesia Completa (2015). Assim Antonio Candido pronunciou-se sobre a sua poesia: “Orides Fontela tem um dos dons essenciais da modernidade: dizer densamente muita coisa por meio de poucas, quase nenhumas palavras, organizadas numa sintaxe que parece fechar a comunicação, mas na verdade multiplica as suas possibilidades. Denso, breve, fulgurante, o seu verso é rico e quase inesgotável, convidando o leitor a voltar diversas vezes, a procurar novas dimensões e várias possibilidades de sentido.” A sua fortuna crítica inclui análises de Marilena Chauí, Augusto Massi, Flora Süssekind, Davi Arrigucci Jr., Alcides Villaça, Haquira Osakabe e muitos outros que se interessaram pela sua pequena mas sugestiva obra. Em 2015, Gustavo de Castro publicou o livro O Enigma Orides, biografia da poeta.