Em que pese discursos,povos nas ruas-grande parte pagos- Ivan Cepeda pede revisão de 33.000
mesas que nas cédulas não continham vistos dos mesários.
.COMPRA DE VOTOS EM PLENA RUA
CÉDULAS PRÉ PRENCHIDAS
PESSOAS MORTAS VOTANDO
FLAGRANTE DE INÚMEROS CABOS ELEIORAIS DE ABELARDO COM FORTUNAS NO BOLSO PARA COMPRAR ELEITORES,
DE ONDE VEM ESTAS QUANTIDADES DE DINHEIRO? EUA,ARGENTINA,BOLÍVIA,CHILE,EQUADOR ,PERU,PARAGUAI,DE EMPRESÁRIOS CLOMBIANOS E INTERNACIONAIS
ISTO EM TODO PAÍS
NÃO QUEREM PERMITIR ADVOGADOS ENTRAR PARA OBSERVAR A RECONTAGEM O ESCRUTÍNIO
É ínfame, DESUMANO ,CRUEL, o que faz os yankes na A Latina,ainda mais com um forasteiro bestial, perverso: M RUBIO de origem LATINA que quer abocanhar desde CUBA( -origem de sua famíliaa)toda A Latina,como assim fez com : VENEZUELA,PERU,EQUADOR,ARGENTINA,CHILE,BOLÍVIA e PARAGUAI
Estamos com los hermanos del COLÔMBIA para repudiar a corrupação nas eleições do nosso país irmão-COLÔMBIA.
Pulsam em nossas veias o sangue de nossos ascendente da terra nossos ancstrais originários,e nós derrubaremos o que dizem defensores de nós,nós não amamos só o que é fácil.
HAVEREMOS DE TER COLÔMBIA sob o manto das esquerdas,e juntos tiraremos a máscaras destes farrapos humanoides a serviço dos dólares da A do Norte.
BY REVISTA FORUM.... https://bit.ly/3QuUHMs
ESCLARECENDO MELHOR:
Empate técnico na Colômbia: Por que “contagem rápida” não basta para definir novo presidente
Com diferença ínfima entre Abelardo de la Espriella
e Iván Cepeda, dados preliminares de órgão oficial de
apuração não têm valor jurídico. Decisão final fica
para o complexo e demorado processo de escrutínio
A Colômbia encerrou este domingo (21) de votação mergulhada em um cenário de profunda incerteza e suspense institucional. Os primeiros dados divulgados pela Registraduría Nacional del Estado Civil desenham um cenário de empate técnico absoluto na disputa do segundo turno presidencial entre o advogado de extrema direita Abelardo de la Espriella e o senador de esquerda Iván Cepeda. No entanto, devido à diferença milimétrica entre os dois candidatos nos boletins iniciais, analistas e observadores internacionais advertem que é tecnicamente impossível e politicamente irresponsável cravar a vitória da oposição direitista com base apenas na chamada “apuração rápida”.
Os dados que dominam as manchetes provêm do chamado “preconteo” (pré-contagem). Com mais de 99% das mesas informadas, De la Espriella aparece com 49,93% dos votos válidos contra 48,43% de Cepeda, uma diferença de 250 mil votos. Em termos práticos, uma distância de apenas 1,5 ponto percentual separa os dois projetos de país, equivalendo a uma margem ínfima diante dos mais de 24 milhões de eleitores que compareceram às urnas. Em cidades cruciais e densamente povoadas, como a capital Bogotá, o candidato governista Iván Cepeda mantém a dianteira com 49,33% frente a 46,66% do rival, o que evidencia a forte fragmentação geográfica dos votos.
O que é o ‘preconteo’ e por que ele não serve para cravar o resultado?
Para compreender a necessidade de cautela extrema neste momento, é preciso decifrar o funcionamento do arcabouço eleitoral colombiano, que difere substancialmente do modelo de apuração eletrônica imediata do Brasil, por exemplo.
O preconteo é um processo puramente informativo e de transmissão rápida de dados. Assim que as urnas são fechadas, às 16h no horário local, os jurados realizam a contagem física das cédulas nas mesas de votação e os operadores ditam esses resultados por telefone ou sistemas digitais para centralização da Registraduría, gerando os informativos de rádio e TV.
Conforme estabelecido pelo Código Eleitoral da Colômbia, o preconteo não possui valor jurídico definitivo nem vinculante. Trata-se de uma ferramenta criada para aplacar a ansiedade da opinião pública e desenhar tendências gerais, mas cujo nível de imprecisão e suscetibilidade a erros de digitação ou transmissão telefônica impede seu uso como base legal para diplomar um presidente, sobretudo em cenários de disputa acirrada.
A história mal contada de 2022 e o “sumiço” de meio milhão de votos
Para compreender a necessidade de cautela redobrada diante do atual empate técnico, basta recorrer ao histórico recente do próprio sistema eleitoral colombiano. Nas eleições legislativas de março de 2022, o país viveu o maior “colapso técnico” de sua história republicana ao comparar a contagem rápida com a apuração real. No domingo do pleito, os boletins informativos do preconteo fecharam apontando que a coalizão progressista Pacto Histórico havia conquistado 16 cadeiras no Senado. No entanto, o anúncio precipitado transformou-se em vexame institucional nos dias seguintes, quando o escrutínio oficial e jurídico começou a abrir as atas físicas de papel.
O que se descobriu na conferência minuciosa dos formulários foi um erro de proporções colossais: cerca de 500 mil votos válidos da esquerda simplesmente não haviam sido computados na contagem rápida de domingo. A auditoria jurídica promovida pelas comissões escrutadoras corrigiu a distorção e o Pacto Histórico saltou de 16 para 20 senadores eleitos, retirando cadeiras que a direita tradicional já comemorava nos palanques. O “sumiço” de meio milhão de sufrágios foi explicado oficialmente como devido a um erro crasso de design no formulário físico E-14, onde a caixinha da coalizão ficava isolada no rodapé da página, fazendo com que centenas de jurados novatos, sob a pressão e a correria da transmissão telefônica, esquecessem de ditar esses números aos operadores centrais da Registraduría.
Esse precedente pedagógico de 2022 serve como o principal alerta para a disputa presidencial de hoje. Se em um pleito parlamentar a apuração preliminar foi capaz de “esquecer” uma quantidade de votos superior à atual diferença entre Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda, cravar uma vitória neste momento é ignorar a mecânica eleitoral da Colômbia.
O verdadeiro veredito: O processo de escrutínio
A proclamação oficial do novo mandatário que sucederá Gustavo Petro a partir de 7 de agosto depende exclusivamente de uma segunda etapa jurídica: o escrutínio.
Diferente da velocidade do preconteo, o escrutínio é uma auditoria formal conduzida por comissões escrutadoras, compostas por juízes, notários e delegados do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). É nesta fase que são recolhidos, abertos e rigorosamente conferidos os formulários físicos conhecidos como “E-14”, que trazem a assinatura manuscrita de cada jurado de mesa. Durante o escrutínio, os partidos políticos podem apresentar contestações, exigir a recontagem de votos de determinadas urnas e apontar rasuras ou inconsistências numéricas entre o que foi ditado no preconteo e o que foi registrado no papel.
Historicamente, as discrepâncias entre a contagem rápida e o escrutínio final na Colômbia já alteraram a distribuição de cadeiras e percentuais em eleições passadas. Com uma distância tão apertada e ínfima que não chega a 250 mil votos de diferença entre as duas candidaturas, qualquer variação mínima nas atas físicas ou a validação de votos nulos e contestados pode inverter o resultado ou estreitar ainda mais a margem.
Portanto, a Colômbia ingressa agora numa semana de enorme tensão política. Até que as comissões escrutadoras finalizem a verificação ata por ata e resolvam todas as impugnações legais, o palácio presidencial da Casa de Nariño continua sem um inquilino juridicamente definido.