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sábado, 11 de julho de 2026

Donald Trump deixou instruções para devastar o Irã caso seja assassinado em um ataque.

 

SERÁ?

SERÁ?

É HOMEM QUE HONRA CARATER?

ELE O POSSUI?
ABAIXO POR M1 ARGENTINA TRADUÇÃO GOOGLE


https://bit.ly/4yhTc5d


O presidente dos Estados Unidos garantiu que o Pentágono realizará um ataque devastador em território iraniano após a revelação de um suposto plano do governo persa para assassiná-lo.

Donald Trump afirmou na sexta-feira que já havia instruído o Pentágono a responder com um ataque devastador contra o Irã caso ele fosse assassinado no que ele acreditava ser um complô orquestrado pelo regime iraniano .

Em entrevista ao The New York Post , o presidente dos Estados Unidos confessou ter "deixado instruções: se algo acontecer, bombardeá-los literalmente em níveis nunca vistos antes".

"Há muito tempo que sou o alvo número um do Irã, e Israel não descobriu nada", disse o presidente depois que veículos de mídia americanos, como a CNN e o The Wall Street Journal, divulgaram uma versão dos fatos baseada na inteligência israelense sobre um suposto plano para assassinar o magnata nova-iorquino .

Essas reportagens, citadas pelos meios de comunicação sem mencionar fontes confiáveis ​​e negadas por autoridades de Teerã mencionadas por agências internacionais, inserem-se no contexto da crescente tensão entre os governos dos EUA e do Irã, após anúncios de um acordo de paz que ainda não se concretizou .

Donald Trump.

Donald Trump.

Pelo contrário, nos últimos dias ocorreram novas trocas de tiros entre as forças americanas contra alvos iranianos e entre o Irã e alvos iranianos no Oriente Médio.

Washington afirmou que o Irã está "violando" os termos do acordo estabelecido no memorando de entendimento assinado em junho, apontando para os recentes ataques de Teerã contra petroleiros comerciais do Catar e da Arábia Saudita.

Nesse contexto, o governo republicano exigiu que o Irã reconhecesse publicamente a abertura do Estreito de Ormuz e se comprometesse a cessar os ataques contra navios mercantes . O ultimato, que expira neste sábado, foi entregue diretamente a Teerã e por meio de mediadores regionais.

Entretanto, Trump indicou em uma publicação em sua conta na rede social Truth Social que “a República Islâmica do Irã nos pediu para continuar as negociações. Concordamos em fazê-lo, mas os Estados Unidos deixaram bem claro para eles que o cessar-fogo acabou ”.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

BRASIL FORA - ADIOS NEYMAR-- FOI MERECIDA A PERDA DO BRASIL-BR.247 L.ATTUCH

 

HAALAND E VINI  BR 247


'A Copa é tudo', diz torcedora após eliminação do Brasil




Neymar dá adeus à seleção: 'Comecei aqui, fechei aqui'

BRASIL 247  L ATTUCH

 eliminação do Brasil diante da Noruega foi merecida. E há dois culpados centrais por esta derrota: a CBF e Carlo Ancelotti.

A CBF, em primeiro lugar, por ter naturalizado uma ideia absurda: a de que o país mais tradicional do futebol mundial não teria um brasileiro capaz de comandar sua própria seleção. É ridículo que o Brasil, pentacampeão mundial, celeiro de jogadores, técnicos, escolas, ideias e paixões futebolísticas, tenha se colocado na posição subalterna de buscar fora aquilo que deveria ser capaz de produzir dentro de casa.

Se fosse mesmo necessário escolher um estrangeiro — e não era — que fosse Abel Ferreira, do Palmeiras. Abel vive o futebol brasileiro há anos, conhece nossos jogadores, entende o calendário, a pressão, a cultura, os vícios e as virtudes do nosso futebol. Além disso, coleciona títulos. Seria uma escolha muito mais lógica do que apostar em um técnico consagrado na Europa, mas distante da realidade brasileira.

Ancelotti errou ao longo de toda a Copa. Errou nas escalações, nas leituras de jogo e nas substituições. Insistiu em atacantes pouco efetivos, como Raphinha na primeira fase e depois Rayan, duas peças inexpressivas quando o Brasil precisava de protagonismo. Endrick, que deveria ter sido usado mais cedo, só entrou no segundo tempo contra a Noruega, quando o jogo já estava travado e o Brasil precisava desesperadamente de soluções.

Outro erro crasso foi escolher Bruno Guimarães para bater o pênalti. Bruno vinha sendo o melhor jogador do Brasil na Copa, mas foi colocado na fogueira. Caminhou para a bola com o pânico escancarado nos olhos. Um técnico experiente deveria ter percebido isso. Pênalti em jogo eliminatório não é apenas técnica: é cabeça, hierarquia e responsabilidade.

E aí vem outra contradição: se Neymar foi convocado e tinha condições de jogar no segundo tempo, poderia ter começado jogando. Até porque Neymar é o principal batedor de pênaltis do Brasil. Em uma partida decidida nos detalhes, deixar seu jogador mais decisivo no banco foi mais uma demonstração da confusão de Ancelotti.

Também é escandaloso que um técnico receba R$ 5 milhões por mês, tenha contrato renovado até 2030 independentemente dos resultados e ainda faça propaganda para uma cervejaria, a Ambev. A seleção brasileira não pode ser tratada como plataforma de marketing nem como brinquedo de cartolas.

Por fim, é hora de acabar com a soberba. O “créu” como resposta à remada viking norueguesa foi outra cena ridícula. Além de desrespeitar o adversário, associa o Brasil ao deboche barato e ao sexismo. A Noruega respondeu em campo. Com seriedade, organização e Haaland.

O Brasil perdeu porque mereceu perder. E só voltará a vencer quando recuperar o respeito por si mesmo, por sua história e também pelos adversários.


domingo, 5 de julho de 2026

O PRECONCEITO RESISTE...E DENUNCIAMOS...TODOS SOMOS IGUAIS A CIÊNCIA ATESTA


DO X  vemos ainda o solapar,o mito supremacista,o que atesta a não existência no mudo da chamada DEMOCRACIA que desde sua fundação nasceu eivada de contradições entre senhores e escravos.

AINDA A HUMANIDADE É ESCRAVAGISTA ,TIRANA E PRECONCEITUOSA,O HOMEM COME O OUTRO NUMA ANTROPOFAGIA ENTRE SERES VIVOS.

A primeira foto é de 1956. Ela mostra uma mulher negra observando membros da Ku Klux Klan (organização terrorista, racista, de extrema-direita, focada em supremacia branca) caminhando por uma calçada em Montgomery, Alabama (EUA). Não encontrei o autor da foto, mas a maioria das fontes afirma que foi feita em 1956. A segunda foto mostra membros do grupo Patriot Front (grupo supremacista branco e nacionalista, formado em 2017, que defende abertamente o que chamam de "Fascismo Americano") viajando no metrô durante o 250º aniversário da independência dos EUA em Washington D.C., enquanto uma mulher negra os observa. A foto é do fotógrafo Cheney Orr, feita em 4 de julho de 2026, 70 anos após a primeira foto.