E CONTINUAMA S BUSCAS E A IDENTIFICAÇÃO DE ORIGENS DOS DESAPARECIDOS OU MORTOS.AINDA NÃO HÁ CIFRAS ABSOLUTAS, MAS ESTIMADAS,BRASIL SE INSERE ENTRE OS PAISES COM AJUDA TÉCNICA - ANATEL-MSTE E HUMANITÁRIA-ALIMENTOS REMÉDIOS ROUPAS ETC.
FONTES DE VALENCIA ESTADO DE CARABOBO AFIRMA QUE NAO FORAM ATINGIDOS,MAS PERMANECE A FALTA DE ENERGIA,INTERMITENTE E EM DECORRÊNCIA ÁGUA.
VOOS DA GOL CIA ÁREA AINDA NÃO ESTÃO AUTORIZADAS,FONTE AQUI NO BRASIL NOS INFORMOU QUE PELA AMERICA AIRES CONSEGUIU VOO PARA CARACAS PARA 04.07.26 QUANDO SEU VOO SERIA PELA GOL EM 28.06.26
ABAIXO MATÉRIA EURO NEWS...https://bit.ly/3QxgNOt
O último balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros dá conta de 68 portugueses e lusodescendentes mortos e 74 desaparecidos após os sismos de quarta-feira na Venezuela.
De acordo com o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, os sismos que atingiram a Venezuela no passado dia 24 provocaram, pelo menos, 68 vítimas mortais portuguesas e lusodescendentes, 59 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana. Entre os mortos estão 10 crianças e 58 adultos.
O último balanço oficial do governo venezuelano dá conta de 1.943 mortos e 10.571 feridos, bem como outros milhares de incontactáveis. A ONU aponta para cerca de 50 mil desaparecidos.
Os dados oficiais indicam também acima de 15 mil desalojados.
De acordo com as autoridades venezuelanas, 6.461 pessoas foram resgatadas dos escombros com vida desde o início das operações de socorro.
Pelo menos 19 cidadãos portugueses a bordo de um Embraer KC-390 proveniente da Venezuela aterraram na terça-feira no aeroporto militar de Figo Maduro.
São os primeiros nacionais repatriados depois dos sismos registados na Venezuela em 24 de junho. Os abalos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela, para resgatar sobreviventes dos escombros.
O ministro da Defesa português, Nuno Melo, garantiu na segunda-feira que as Forças Armadas portuguesas mantêm a disponibilidade para apoiar a operação na Venezuela com meios e equipamentos.
Nuno Melo adiantou que até agora "têm existido pedidos de natureza logística e de transporte" e que a disponibilidade das forças portuguesas para ajudar a Venezuela "é permanente".
O governante disse ainda não ter conhecimento de qualquer pedido ao Estado de apoio à trasladação das vítimas mortais portuguesas ou lusodescendentes para Portugal.
Passou já uma semana desde que a Venezuela foi sacudida pelos dois terramotos. Depois das 72 horas iniciais, o chamado período crítico, a probabilidade de encontrar pessoas com vida diminui drasticamente, com a desidratação a preocupar.
Os socorristas depositam agora alguma esperança em que a chuva de terça-feira ganhe mais tempo às pessoas que podem ainda estar soterradas e em risco de morrer de desidratação.