São muitas mortes severinas,agora a morte além da "severina" é a morte por efeito digital.
Sem o espectro, procolo digital,aplicativos você é um zero, não existe:é a MORTE EM VIDA DIGITAL.
A IA tentará consolidar isto e já temos vários,milhoes de cadáveres vivos.
Somos todos SEVERINOS,filhos de tantas marias ,mas não paridos digitalmente.
JOÃO CABRAL DE MELO NETO antecipou esta morte
VPR -FACEBOOK -Vanguarda Popular Revolucionária
Tânia Alves
Tânia Maria Rego Alves nasceu no Rio de Janeiro, no dia 12 de setembro de 1949. Estudou acordeon e, com o pai, aprendeu a tocar violão e cantar boleros. Estudou música erudita, cantou em coral e tocou flauta. A carreira de atriz andou sempre paralela à de cantora. Foram dezenas de peças, shows, novelas, filmes e discos. E muitos, muitos prêmios.
O sucesso como cantora veio com a chula “Amor de Matar”, do disco Dona de Mim, que integrou a trilha sonora da minissérie da Rede Globo Tenda dos Milagres. Entre os cerca de 20 discos que gravou estão Amores e Boleros, Bandeira e Novos Sabores.
Tânia ficou conhecida do grande público quando estrelou a primeira minissérie da Rede Globo, Lampião e Maria Bonita (1982), que entrou para a história e marcou sua carreira. Na emissora, atuou no especial Morte e Vida Severina (que recebeu o Prêmio Emmy) e em Araguaia (2011). Na Manchete, integrou o elenco de Pantanal, marco da teledramaturgia.
Aqui "Funeral de um lavrador" de João Cabral de Melo Neto e Chico Buarque de Morte e Vida
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