quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
domingo, 4 de janeiro de 2026
ICL NOTÍCIAS-Maduro foi sequestrado no Forte Tiuna e com colaboração dos seguranças, diz Amauri Chamorro
"Os Estados Unidos não são a polícia do mundo, não são o sistema judicial do planeta", destacou Chamorro
Claro que houve traidorEs comprados, ta na na cara, a segurança foi comprada e deve ser punida com prisão perpétua ou coisa que o valha, é atentado à democracia e soberania do pais, como foi o genocida Bolsonaro e seus cúmplíces
O estrategista político Amauri Chamorro, que trabalhou como consultor para vários governos de esquerda na América Latina, afirmou na live realizada no canal ICL Notícias, neste sábado (3), que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi sequestrado dentro do Forte Tiuna, instalação militar onde fica a residência presidencial. “É um complexo militar que abrigava a casa dele e de alguns altos funcionários do governo. Há uma probabilidade de que parte do esquema de segurança do presidente tenha participado, sim, em colaboração com os Estados Unidos, para que acontecesse esse sequestro.”
Chamorro obteve a informação de fontes do governo venezuelano.
“Os Estados Unidos não são a polícia do mundo, não são o sistema judicial do planeta. Eles não têm moral, e a história confirma isso. Em 1990, no dia 3 de janeiro, foi quando os Estados Unidos também sequestraram Noriega no Panamá (líder político panamenho). Então, há uma repetição constante da história”, afirmou Chamorro.
“A gente de certa forma normaliza. Independente de eu estar de acordo ou não com a postura do presidente Niciolás Maduro, em nenhum momento houve país ou organização que deu aos Estados Unidos autoridade para invadir um país e sequestrar um presidente, eles que já assassinaram vários pr4esidentes no nosso continente”
Ele chama atenção do risco que isso representa para o nosso país. “O Brasil é um país que está na mira dos Estados Unidos e precisamos estar atentos. Não podemos aceitar esse tipo de ação”.
Chamorro destaca que não há vazio de poder na Venezuela. “Todas as estruturas de governo estão funcionando”, “Há uma grande concentração em Caracas para a população mostrar seu apoio à revolução bolivariana e condenar esse ataque dos Estados Unidos”.
por https://bit.ly/4jsx0OO
VENEZUELA INVADIDA MASSACRA PELO GENOCIDA TRUMP “Ação dos EUA contra Maduro acende alerta para toda a América Latina”, afirma Maringoni
Tenho parentes na Venezuela, as agressões dos EUA são constantes há mais de meio século,chamam Maduro de Ditador,mas foi eleito e entregou atas, só não daquelas que M Corina Machado boicotou eletronicamente,mesmo assim Maduro foi eleito. Esta covarde espúria teve parentes na PDVSA, empresa de Petróleo, cujas ações Chaves indenizou,como as empresas petrolíferas Americanas entre outras.Trump-este covarde implicado no caso EPSTEIN, pedófilo quer a todos custo terras raras, mas sobretudo a maior reserva do mundo de petróleo, afora gás.
Ameaçou a VENEZUELA a todo custo como narco estado quando na verdade eles é que consomem e fabricam em laboratórios clandestinos matando milhoões de Americanos do norte. Agora sequestraram presidente VENEZUELANO e sua mulher, afora bombardeios na faixa mais próxima ao mar.
Este bandido , de escolha dos estadunidenses ,também cúmplices querem entrar na nossa America do Sul, vamos rejeitar e se for o caso pegaremos em armas.
Invadir a VENEZUELA É INVANDIR A A do sul, latina e o BRASIL
Veja matéria GGN
Analistas de política internacional avaliaram que o isolamento diplomático da Venezuela ao longo dos últimos anos contribuiu para o agravamento da crise no país e limitou a capacidade de interlocução do Brasil diante do atual cenário de instabilidade na região. Em entrevistas e debates recentes, eles apontam falhas na estratégia adotada por governos brasileiros e alertam para os impactos da escalada de tensões liderada pelos Estados Unidos.
“O isolamento não resolveu o problema e ainda forneceu combustível para a crise atual”, afirma Regiane Bressan, da Unifesp e integrante do Observatório de Geopolítica. Ela ressalta ainda que a Venezuela sempre foi e continuará sendo um país estratégico para o Brasil, uma vez que compartilhamos uma extensa fronteira.
Cautela
Gilberto Maringoni, professor da UFABC, afirmou que o Brasil tende a adotar uma posição cautelosa diante do conflito, defendendo formalmente a soberania venezuelana, mas evitando apontar diretamente responsabilidades ou condenar abertamente a captura do presidente Nicolás Maduro por forças norte-americanas.
Em sua avaliação, essa postura preserva relações diplomáticas, mas limita a capacidade do país de exercer liderança regional.
BRICS
Questionado sobre se a situação seria diferente caso a Venezuela integrasse o BRICS, Maringoni acredita que a adesão não teria efeitos decisivos no campo militar, já que o bloco não funciona como uma aliança formal. No entanto, poderia ampliar articulações políticas e econômicas, reduzindo o isolamento internacional do país sul-americano.
Ele também avaliou como tímida a reação de potências como China e Rússia e classificaram como “vergonhosa” a postura da União Europeia, que adotou um discurso considerado morno e pouco efetivo diante da gravidade dos acontecimentos.
ONU
Parte das críticas do professor se concentrou ainda em declarações de autoridades norte-americanas sobre o julgamento de Maduro nos Estados Unidos. Para ele, afirmar previamente que o ex-presidente venezuelano conhecerá a “ira da Justiça” compromete o princípio da imparcialidade judicial e sinaliza uma instrumentalização política das instituições.
No campo multilateral, Maringoni apontou o enfraquecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), destacando que o Conselho de Segurança permanece paralisado pelo poder de veto das grandes potências. Isso porque o episódio reforça a percepção de que o sistema internacional opera cada vez mais sob a lógica da força, e não do direito.
Alerta
O professor ressaltou ainda que a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela acende um sinal de alerta para toda a América Latina, incluindo o Brasil. Embora descarte uma intervenção militar direta em outros países, ele apontam o risco de pressões econômicas, sanções e embargos como instrumentos recorrentes de coerção.
“Não existe direito internacional, existe a lei do mais forte. O Trump prova isso. O Trump mostra que o que está acontecendo é isso. É uma ação brutal, que coloca em alerta todos os países da América Latina, todos, o Brasil incluído.”
Ao final, Maringoni chamou a atenção para o avanço da extrema direita em diversas regiões do mundo e o enfraquecimento das regras multilaterais criam um ambiente internacional mais instável, exigindo cautela e articulação diplomática ativa por parte do Brasil.